Ando numa correria e numa ansiedade sem igual. Eu canso até no final de semana, pois minha cabeça não desliga do serviço. Eu não era assim. O mundo podia estar caindo que eu colocava o pé fora da empresa, passava a viver o meu mundo de Cássia e segunda-feira que me aguardasse. Eu não quero que isso vire fobia, síndrome ou qualquer outra patologia que eu não sei o nome.
E com cada vez mais freqüência, ando pensando no que seria o mundo ideal, dentro da realidade em que estamos inseridos, sem tentar criar muitas utopias. Caso aquela história toda de “O Segredo” funcione mesmo, minha vida mudará para uma dimensão em que tempo não é mais preocupação é sim, aliado. Dinheiro não é para pagar apenas contas, mas para desfrutá-lo e reservá-lo, sem neuras e ganância de “quero mais”. Seria um mundo em que não tivéssemos que sentir medo de tudo e todos, sem você me julguem de burguesa que vive em redoma de vidro. Não sou. Ando de ônibus todo dia. Porque sei que para isso acontecer, as pessoas todas teriam trabalhos dignos, as crianças escolas de boa qualidade, com professores satisfeitos com seu trabalho e remuneração, com propostas de vários cursos de reciclagem. Ah, e os idosos teriam oferta de trabalho, mesmo que fosse na vendinha da esquina, perto de suas casas, mas que o dinheiro pudesse dar uma boa qualidade de vida. O trabalho não seria uma necessidade, mas sim um jeito de exercitar a mente e a socialização.
Eu sei que nesse discurso eu já me tornei utópica novamente. Acho que o certo seria visualizar apenas o que seria bom para minha vida. Praticando o egoísmo coletivo, conforme dita o sistema.
Eu não quero fugir e viver reclamando, mas quando você se depara com realidades melhores ou que funcionam, você se pergunta, mas porque tem que ser assim? O que tem de errado? Como posso mudar? Como posso ajudar?
E com cada vez mais freqüência, ando pensando no que seria o mundo ideal, dentro da realidade em que estamos inseridos, sem tentar criar muitas utopias. Caso aquela história toda de “O Segredo” funcione mesmo, minha vida mudará para uma dimensão em que tempo não é mais preocupação é sim, aliado. Dinheiro não é para pagar apenas contas, mas para desfrutá-lo e reservá-lo, sem neuras e ganância de “quero mais”. Seria um mundo em que não tivéssemos que sentir medo de tudo e todos, sem você me julguem de burguesa que vive em redoma de vidro. Não sou. Ando de ônibus todo dia. Porque sei que para isso acontecer, as pessoas todas teriam trabalhos dignos, as crianças escolas de boa qualidade, com professores satisfeitos com seu trabalho e remuneração, com propostas de vários cursos de reciclagem. Ah, e os idosos teriam oferta de trabalho, mesmo que fosse na vendinha da esquina, perto de suas casas, mas que o dinheiro pudesse dar uma boa qualidade de vida. O trabalho não seria uma necessidade, mas sim um jeito de exercitar a mente e a socialização.
Eu sei que nesse discurso eu já me tornei utópica novamente. Acho que o certo seria visualizar apenas o que seria bom para minha vida. Praticando o egoísmo coletivo, conforme dita o sistema.
Eu não quero fugir e viver reclamando, mas quando você se depara com realidades melhores ou que funcionam, você se pergunta, mas porque tem que ser assim? O que tem de errado? Como posso mudar? Como posso ajudar?
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