Meu coração não está cabendo no meu peito de euforia. Acabei de voltar da exibição do curta metragem premiado do Daniel, "Café com leite", la na Cinemateca. O filme mostra dois tipos de amores de uma forma singela, descompromissada, bonita e singela. Mas o que me deixou mais feliz foi poder me reencontra com o Daniel, o Rafael, o Vargne e a Giovana, depois de 8 anos, depois de cada um ter vivido sua vida, depois de cada um ter se formado e ainda assim, nesse vão de tempo, descobrir que o nosso carinho imenso ficou guardado num cantinho do coração de cada um. Um carinho latente e verdadeiro de amizade. Um carinho que eu não sei explicar de onde vem, mas que é enorme.
Ahhh eu constatei uma coisa ao ver o filme... Que você só consegue se libertar dos preconceitos, quando você descobre o que é realmente gostar de alguém. Que amar é um direito vital. Eu me descobri amando muito alguém e entendendo o mundo. E o Daniel é aquele amigo, que sempre vai me fazer abrir os olhos para as coisas, sem ele saber que está fazendo isso por mim, da forma mais doce de todas.
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Obrigada!
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