sexta-feira, 9 de novembro de 2007


Fui ao cinema ontem, assistir “O Passado”, novo filme do Hector Babenco, mesmo diretor de “O Carandiru”.

A princípio sai do cinema achando que o que assisti foi uma tentativa de cópia descarada de estilo de Almodóvar. E eu não gosto de gente que tenta copiar estilo de outra pessoa. Mas depois, o filme me fez pensar em tantas coisas e em tantas hipóteses que eu, agora, até que estou simpatizando com a história...

Na minha enxerida opinião, de quem não entende nada de cinema, o filme tenta defender alguns pontos de vista:
- A diferença do homem e da mulher em encarar um relacionamento;
- Homem é tudo cafajeste e mulher é tudo louca;
- O homem trai como que por acaso, sem ser dotado de inteligência e que é só guiado pelos instintos, meio que sem querer...
- Mulher quando se torna dependente de um amor, torna-se obsessiva e ai, é capaz de fazer de tudo para ter de volta o seu objeto de adoração, sem medir as conseqüências de nada e com um egoísmo fabuloso;
- Os traumas, doentios, que essa atitude dos homens de pensar apenas com o bilau deles pode causar às mulheres, fazendo com que elas possam até sentir ciúmes de menininhas de 6 anos de idade;
- As mulheres, ultimamente não possuem amor próprio e ficam sofrendo por bofes que já se foram... Elas ganham força quando encontram outras milhões de mulheres que foram largadas por seus homens e continuam mal amadas;
- Quando mostra a mulher que sai com um monte de homem e que age que nem eles, mostra o personagem principal tendo um chiliique. Eles podem, as mulheres não. Machista pra garaleo;
- O Gael Garcial Bernal é lindo e enfim, ele explica porque todas as mulheres o querem e o filme, vale por ele...hehehe.

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