
Eu não sou igual ao todo e aprendi a ser crítica com tudo. Não leio mais revistas femininas e jornal, começo pelo horóscopo, mas leio economia e social (faz parte do meu trabalho). Não suporto política, porque infelizmente acredito que político, mesmo sendo honesto, se corrompe por causa do sistema.
Sou aquela que se VOCÊ convidar para dar a volta ao mundo, com uma mochila nas costas e um mapa na mão, aceito sem titubear. Mas quando eu voltar, que eu tenha a garantia de dinheiro, para recomeçar o que tiver que recomeçar. Gosto de aventura, mas essa tal de responsabilidade me acompanha desde muito cedo. Mas se um dia eu quiser fugir para qualquer lugar do mundo, sozinha, com uma mochila nas costas, um mapa na mão e uma máquina fotográfica no bolso, eu também não titubeio, porque eu adoro a minha própria companhia. No momento eu não quero. No momento eu não preciso.
Não preciso ter muitas bolsas, muitos cintos e muitos sapatos, que todos combinem entre si. Mas adoro a minha calça jeans preferida e não saio de casa sem brinco, colar, anel e blush. Ainda cultivo a minha síndrome de baixinha e chinelo baixo, só havaiana, e na praia. Um merda isso! Um dia mudo e troco os meus saltos “Ana Bela” por rasteirinhas.
Consigo ouvir a mesma música 20 mil vezes até enjoar, quando essa consegue me transportar para outro lugar. E sem música, eu não vivo. Sem poesia, sutilezas e amigos também não... E um dia sem sol me deixa murcha, mas um dia sem sorrisos me deixa doente.
Se pudesse, viveria cantando e o meu canto me sustentaria, em todos os sentidos. Queria tocar violão, mas não sou muito disciplinada para estudar, mas um dia eu aprendo. Piano eu já toco.
E se precisar ou querer, sou capaz de gritar, sangrar, agüentar e lutar, com coragem suficiente para ultrapassar o que vier, sem deixar de ser doce, sem deixar o bom humor. E que, quando eu estiver cansada, um simples “obrigada” me valha como recompensa por tanto esforço.
E cheguei a conclusão que se um dia realmente eu virar hippie e sair vendendo as minhas bijus na praia, para sair de toda essa corrida por ser “bem sucedido” na vida capitalista, eu terei que ter um laptop na sacola, pois sem internet, eu não vivo mais. Ahhh, e viver em cidade pequena, acho que nem quando eu estiver velhinha eu consigo.
E se um dia realmente achar aquele que me faça perder o rumo e que eu ache que seja “para sempre”, me entregarei de corpo e alma. Porque eu sempre me entrego de corpo e alma. E também, a gente sempre acha que é “para sempre”. Não imponho casamento na igreja, mas uma casinha aconchegante que caiba eu, ele e quem sabe um cachorro. Aprendo a cozinhar, mas eu tenho certeza que ele será mais cozinheiro que eu... E se um dia eu virar mãe, surpreenderia a todo mundo, mas isso ainda é um Se... Algo remoto, que ainda me assusta.
Sou aquela que se VOCÊ convidar para dar a volta ao mundo, com uma mochila nas costas e um mapa na mão, aceito sem titubear. Mas quando eu voltar, que eu tenha a garantia de dinheiro, para recomeçar o que tiver que recomeçar. Gosto de aventura, mas essa tal de responsabilidade me acompanha desde muito cedo. Mas se um dia eu quiser fugir para qualquer lugar do mundo, sozinha, com uma mochila nas costas, um mapa na mão e uma máquina fotográfica no bolso, eu também não titubeio, porque eu adoro a minha própria companhia. No momento eu não quero. No momento eu não preciso.
Não preciso ter muitas bolsas, muitos cintos e muitos sapatos, que todos combinem entre si. Mas adoro a minha calça jeans preferida e não saio de casa sem brinco, colar, anel e blush. Ainda cultivo a minha síndrome de baixinha e chinelo baixo, só havaiana, e na praia. Um merda isso! Um dia mudo e troco os meus saltos “Ana Bela” por rasteirinhas.
Consigo ouvir a mesma música 20 mil vezes até enjoar, quando essa consegue me transportar para outro lugar. E sem música, eu não vivo. Sem poesia, sutilezas e amigos também não... E um dia sem sol me deixa murcha, mas um dia sem sorrisos me deixa doente.
Se pudesse, viveria cantando e o meu canto me sustentaria, em todos os sentidos. Queria tocar violão, mas não sou muito disciplinada para estudar, mas um dia eu aprendo. Piano eu já toco.
E se precisar ou querer, sou capaz de gritar, sangrar, agüentar e lutar, com coragem suficiente para ultrapassar o que vier, sem deixar de ser doce, sem deixar o bom humor. E que, quando eu estiver cansada, um simples “obrigada” me valha como recompensa por tanto esforço.
E cheguei a conclusão que se um dia realmente eu virar hippie e sair vendendo as minhas bijus na praia, para sair de toda essa corrida por ser “bem sucedido” na vida capitalista, eu terei que ter um laptop na sacola, pois sem internet, eu não vivo mais. Ahhh, e viver em cidade pequena, acho que nem quando eu estiver velhinha eu consigo.
E se um dia realmente achar aquele que me faça perder o rumo e que eu ache que seja “para sempre”, me entregarei de corpo e alma. Porque eu sempre me entrego de corpo e alma. E também, a gente sempre acha que é “para sempre”. Não imponho casamento na igreja, mas uma casinha aconchegante que caiba eu, ele e quem sabe um cachorro. Aprendo a cozinhar, mas eu tenho certeza que ele será mais cozinheiro que eu... E se um dia eu virar mãe, surpreenderia a todo mundo, mas isso ainda é um Se... Algo remoto, que ainda me assusta.
Assim eu vou, sem deixar de dar valor para o que é simples, mas profundamente necessário para se ser feliz! Acreditando...
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